Parada Literária

O fenômeno do telefone celular *

Olá, mamães!

Estou trazendo mais um texto interessante e reflexivo para nós.

Talvez, você,  como eu, tenha tirado conclusões precipitadas ao ler o título deste post, que é,  na realidade,  o título de um dos topicos do livro Coordenação Motora,  de Tara Losquadro.

Tratando- se de um livro sobre crianças e seu desenvolvimento, logo comecei a deduzir que seria uma consideração crítica  do uso de celulares por crianças. Mas não era bem isso…

Confira o texto e veja se também foi pega de surpresa:

“Quando você anda pelas ruas de qualquer cidade, vê dezenas de pessoas falando ao celular. Às vezes, falam pelo microfone – e parece que estão falando sozinhas. Mães, pais e responsáveis podem ser vistos andando nos parques, nas ruas e nas lojas falando ao celular enquanto empurram o carrinho do bebê. Ficam batendo papo no carro com a criança presa no banco de trás (isso é nos Estados Unidos). Vamos encarar: a maioria de nós é negligente – mesmo se não nos damos conta disso. Mas o que há de tão importante que não possa esperar até que estejamos em casa ou no trabalho?

‘Estar’ com um bebê ou criança pequena é um processo ativo que exige atenção e comunicação. Todos nós precisamos nos interessar em conversar e nos relacionar com nossos filhos, pois é assim, potencialmente, que eles aprendem a linguagem e os conceitos.  Então,  tente evitar ser outro ‘falante’ na rua – em disso, converse com seu filho.”

Desafiador, não?

Engraçado que enquanto eu escrevia esse post pensava justamente nessa questão da urgência das coisas que não podem esperar até estarmos em casa, porque eu estava no metrô a caminho de casa e imaginei o que as pessoas podiam pensar por eu estar o tempo inteiro com a cara enfiada no celular. Pois é justamente para evitar fazer essas coisas quando estou em casa com meu filho. Como tenho pouco tempo (igual a todo mundo no planeta), aproveito os deslocamentos de volta pra casa e escrevo, leio, pesquiso, posto. E, quando chego em casa, posso me dedicar mais a ele, livre de outros compromissos.

Nem sempre isso é possível mas, penso que o importante é termos essa necessidade em mente, pois, assim, vamos estar constantemente lutando até atingirmos o alvo, buscando meios, nos policiando etc.

Espero que tenha sido útil!

Se puder, deixa um comentário pra trocarmos uma idéia! 😉

 

*LIDLLE, Tara Losquadro. Coordenação Motora, pag 207.

 

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