De Gênesis a Apocalipse, Mãe Esposa, Parada Literária

Dez dicas divertidas para trazer a lua de mel de volta à sua vida ¹

Começo a escrever este post envergonhada pela demora em cumprir o que prometi a vocês, meninas. Na última postagem com dicas de Erin MacPherson agendei com vocês uma outra lista quentíssima, também de autoria de nossa amiga dos livros.

Hoje, enfim, depois de semanas de atraso, trago as super dicas de Erin para manter a chama do casamento acesa. E quando digo isso não estou usando apenas um chavão; estou falando de acender o fogo, de paixão, desejo. “Hum, interessante mas muito distante de minha realidade…”, você está pensando. Ou, talvez, “Isso me é familiar…lembro de algo parecido, acho que foi na lua de mel”.

Bom, então este post é pra você. Sem mais delongas, lá vamos nós!

1. Desafie-se. Você já leu o livro Sete dias de intimidade, escrito pelo pastor Ed Young e sua esposa, Lisa? Esse pastor (isso mesmo, ele é um clérigo) desafia os casais a ter relações sexuais todos os dias por sete dias. Todos os dias! Mencione isso para seu marido – e, bem, acho que ele vai comprar o livro hoje mesmo. Afinal, essas são ordens pastorais.

2. Transforme o sexo em uma brincadeira. Não estou dizendo para você caçoar de seu marido (não muito, pelo menos), mas não vejo razão por que o sexos não possa ser divertido. Joguem Uno, tirando uma peça de roupa toda vez que descartarem uma carta, ou Twitter, aquele joguinho de habilidade física sobre um tapete, sem roupas.

3. Agende um compromisso para ter relação sexual. A comediante e mãe Debi Gutierrez desafia as esposas a implementar uma quinta-feira da diversão, garantindo que o marido vai ter um pouco de diversão todas as quintas -feiras à noite. Isso não só vai dar a ele algo pelo que ansiar o dia todo – ei, semana toda – mas também garante que você ponha o sexo em sua agenda pelo menos uma vez a cada sete dias.

4. Finja que são recém-casados. Quem se importa se as pessoas berrar em para você e seu marido pararem de se agarrar e correrem para um motel? Você pode berrar de volta que já tem um quarto, muitíssimo obrigada. E ele está repleto de brinquedos que falam e bichinhos de pelúcia.

5. Surpreenda seu marido. Saia da rotina de vez em quando e faça algo superdoce (e talvez um tantinho sexy) para seu marido. Talvez morangos cobertos com chocolate como um mimo para depois que as crianças estiverem na cama. Ou use a lingerie sexy para jantar.

6. Torne seu quarto à prova de bebês. Considerando que não há nada menos sexy que fraldas e lenços umedecidos (bem, exceto se for para talvez trocar as fraldas pelos ditos lenços umedecidos), é hora de tirar de seu quarto assim coisas de seu bebê. Até logo, trens de animais com luzes e musica; olá, velas românticas.

7. Separe o horário noturno para dormir (pelo menos de vez em quando). Não há absolutamente nada melhor que a sensação de estar uma boa e longa noite de sono ininterrupto. Se estiver muito cansada para qualquer coisa à noite, exceto dormir, tente ter relações sexuais pela manhã antes de às crianças acordarem. E, se isso for uma fantasia que simplesmente jamais acontecerá com seu filho pequeno que acorda bem cedinho, então talvez você tenha de ser bastante criativa. Soneca na hora do almoço, será que isso serve para alguém?

8. Paparique-se. Entre no clima ao tomar um banho de banheira com sais de banho ou ao fazer os pés e as mãos no cabeleireiro.

9. Faça uma segunda (ou décima) lua de mel. Passem uma noite em hotel como se estivessem em lua de mel. Ou, se não conseguirem isso, peça para uma amiga ou para a vovó dar uma festa do pijama para as crianças e depois transforme sua casa em um hotel romântico.

10. Mude o lugar onde tem relações sexuais. Não tenho medo de ser rotulada de entediante: mas gosto de ter relações sexuais na cama. Gosto de lençóis e travesseiros limpos e também amo poder dormir nos braços de meu marido depois da relação. No entanto, uma vez que estamos reinventando em nosso íntimo a mamãe sexy, presumo que todas nós poderíamos fazer uma pequena extravagância. Quero dizer com isso que, se você quiser ter uma relação sexual, digamos, na sala ou na escada, vá em frente.

(…)

Deus considera o seu casamento o relacionamento terreno mais importante que você possa vir a ter. Além disso, o relacionamento que você tem com seu marido monta o palco para a forma como seus filhos verão suas relações futuras.

E então, todas inspiradas? Espero que corram agora mesmo para tomar providências rs.

Mas voltem pra conferir a minha própria lista de sugestões criativas para esquentar (ou recender mesmo) as coisas. Ah, e sem esquecer que também estou devendo uma outra lista personalizada: o meu complemento para os dez encontros românticos durante o dia.

Bjos e até os próximo posts!

1 – MACPHERSON, Erin. Guia Definitivo da Mãe Cristã 3: Tudo o que você precisa saber sobre a idade das descobertas / Erin MacPherson; tradução Markus Hediger. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2014, pg 244 e 245.


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Mãe Esposa, Parada Literária, Reflexão do Dia

Compreendendo as relações e agindo com inteligência

Em uma relação doente, frequentemente não há um santo e um carrasco. A vítima alimenta o predador. (…) Diferenças de personalidade não são motivo para confrontos, podem até dar sabor à relação, a não ser que se perca a admiração. Você só terá problemas com as diferenças de seu cônjuge se não for capaz de aceitá-las ou, no mínimo, respeitá-las. É possível viver bem com pessoas muito diferentes de nós? Sim! É só não querer que o outro seja a sua imagem e semelhança. (…)

Um dos testes de uma mulher inteligente não é apoiar quem acertou ou aplaudir quem brilhou, mas dar o ombro para quem falhou. Você apoia quem falha? Ou denúncia os erros dele?

Dentre todas as chagas de uma relação, nada é tão grave como perder a admiração pelo outro, e nada é mais perturbador do que ofendê-lo diante dos outros. Um casal inteligente e saudável deveria sempre corrigir um ao outro em particular e se elogiar em público, e nunca o contrário. (…)

Alguns atiram pedras com palavras, outros com sua indiferença. Mas uma mulher madura não diz: “Ele precisa mudar para eu melhorar”; e sim: “Eu preciso melhorar para ele mudar”. Traz a responsabilidade para si. E você, é capaz de trazer a responsabilidade para si? Talvez você não sinta a necessidade, mas quem de fato não precisa? Quem não tem rotas para corrigir? (…)

Não estou propondo que você conserte o passado, mas reedite o presente, reconstrua o futuro.

Leia mais sobre este assunto:

Fazendo os ajustes necessários no casamento

Reflexão de uma mãe amiga sobre a importância da unidade familiar

Mãe esposa

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CURY, Augusto. Mulheres inteligentes, relações saudáveis. São Paulo: Editora Academia de Inteligência, 2011, 4a edição, pgs 68-71.

Parada Literária, Reflexão do Dia

Usar a lei do maior esforço para educar e para viver!

Educar é amar, se entregar, se estressar, falhar, chorar, se alegrar, se reinventar e começar tudo de novo. Muitos amam o perfume das flores, mas não querem usar ferramentas nem sujar a mão para cultivá-las…

Lembre-se sempre de que pais quiseram comprar com seu dinheiro a sabedoria e a felicidade para seus filhos, políticos quiseram dominá-las com seu poder, celebridades quiseram seduzi-las com sua fama, intelectuais quiseram conquistá-las com sua cultura, e os jovens quiseram capturá-la com seu imediatismo. Mas a sabedoria, inteligentíssima, sussurrou aos ouvidos deles: “Dinheiro, poder, fama compram a mensalidade da escola, mas não a capacidade de pensar; compram a cama, mas não o sono; compram bajuladores, mas não amigos para os dias dificeis; compram presentes, mas não uma emoção estável e profunda”. De fato, a sabedoria e a felicidade jamais podem ser compradas; podem apenas ser conquistadas. E, reafirmo, são conquistadas quando nos tornamos simples seres humanos em busca de um personagem fundamental que frequentemente abandonamos nessa fascinante, porém estressante, existência: nós mesmos.

Por Augusto Cury

CURY, Augusto. Pais inteligentes formam sucessores, não herdeiros. São Paulo: Saraiva, 2014, 1 ed, págs 141-142.

Conta a sua história, Espaço dos Colaboradores, Papos Diversos, Parada Literária

Resenha de pai??? Homens corajosos falam sobre a paternidade

Aproveitando o gancho do tema participação dos pais, vamos ouvir deles próprios como se sentem a respeito da responsabilidade que pesa sobre seus ombros. Para isso, recorrerei à minha amiga íntima (através das páginas dos livros) Erin Macpherson. O relato seguinte foi retirado do livro Guia Definitivo da Mãe Cristã – volume 3, de autoria de Erin, como vocês ja sabem. Sem mais delongas, pois hoje a voz é deles, vamos ouvi-los:

Troy

Consegui,  pais! Descobri o segredo de uma casa calma, uma esposa feliz e crianças bem comportadas. E enquanto não descubro uma forma de patentear minha descoberta e ganhar bilhões de dólares com ela, decidi veiculá-la de forma gratuita. Pois quem precisa de bilhões de dólares?  Essa idéia é muito boa para não ser compartilhada.

Portanto, eis a descoberta: ponha as crianças lá fora.

É simples assim. A próxima vez que seus filhos estiverem correndo pela casa como se vocês tivessem dado café puro, um energético, para elas no café da manhã – o que, por sinal, não é uma boa idéia -, apenas ponha as crianças lá fora. Isso mesmo, abra a porta, pegue as crianças e ponha-as lá fora. Se forem muito pequenas a ponto de não poder confiar que elas não vão comer besouros, você pode sair com elas, mas, de qualquer forma, saia de casa.

A próxima vez que seu filho se jogar no chão e tiver um piti barulhento e começar a chutar a parede porque queria o copo azul e não o verde, ponha-o fora de casa.

E a próxima vez que seu filho tiver um chilique por causa de um caminhão azul – o caminho azul que é idêntico ao verde, exceto pela cor -, ponha-o lá fora.

E a próxima vez que sua esposa tiver um ataque de nervos daqueles porque não consegue mais lidar um minuto sequer com a situação ao mesmo tempo que faz o almoço, esvazia a lava-louças e toma conta de três crianças resmungonas, ponha-a lá fora. Espere aí, errei. Ponha as crianças lá fora.

De qualquer forma, por mais engraçado que isso só é, levar seus filhos para fora de casa é uma ótima maneira de mudar as atitudes – as suas e as deles. Dez minutos brincando no quintal, e meus filhos parecem ficar mais calmos e conseguem se controlar melhor com frequência. E eu também fico mais calmo. O barulho não ecoa nas paredes, e o ar fresco parece fazer maravilhas quando as coisas estão tensas. E, embora pareça ser uma ferramenta simplista para controlar o comportamento, ela funciona. (1)

Um detalhe: mais uma vez temos um texto sob a ótica da realidade nirte-americana. A maioria de nós não mora em belas casas com largos quintais. Porém, o ponto aqui é: mantenha as crianças em atividade. Saia com elas, para onde for possível, mas não as deixe confinadas numa casa ou apartamento e espere o melhor dos mundos. Experiência própria! 😞

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Motivada pelo exemplo de Erin, também consultei alguns pais entre os amigos e pedi que eles se manifestassem sobre as dores e delícias da paternidade. Vamos ver como se saíram?

Marcos Garrido

“Quando ela nasceu eu fiquei muito feliz! Claro que tinha um pouco de apreensão, de receio, de como ela viria, mas esse ‘time’ foi de muita felicidade e a gente está aprendendo a ser pai e mãe. Mas ela, desde quando nasceu, sabia o que é ser filha e até hoje é assim, ocupando seu espaço e sabendo que é muito amada.

Quanto à relação do casal,  a tendência é sempre dividir as atenções e se afastar um pouco um do outro mas, com o tempo, tudo vai se consertando, porque a criança vai crescendo e se desenvolvendo e o relacionamento também vai amadurecendo. Isso é o normal, ou, o que deveria acontecer. Com a gente aconteceu isso. Hoje a gente se dá muito melhor e se entende mais do que antes. O legal é que a gente, todos – eu, Júlia e Josy – , a gente se sente amado um pelo outro.

O que esperar da paternidade?Certamente um filho🤣🤣🤣🤣Mas, assim – responsabilidade, cumplicidade. Você não está tendo um bichinho de estimação, você está tendo um filho ou filha que você vai ajudar a crescer e pedir a Deus para te dar sabedoria no criar, para que um dia ela seja, além de sua filha, sua amiga.

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Fernando G. Andrade 

Sempre tive vontade de ser pai. Desde muito cedo, ainda na minha adolescência me imaginava sendo pai com no máximo 17 ou 18 anos. Mas Deus com sua sabedoria divinamente infinita não permitiu que isso acontecesse. Fui pai aos 42 anos e estou tentando fazer o melhor possível para o meu pequeno Daniel. Não imaginava quão grande e difícil seria a missão de criar e educar um filho. A experiência é maravilhosa e desafiadora. Cada dia uma novidade. Não existe manual, a experiência vivida por uma família pode ser completamente diferente do que nós estamos vivendo, assim como a nossa experiência pode ser completamente diferente da de qualquer outra pessoa. O que tenho aprendido é a trabalhar o exercício da paciência, e a aproveitar cada segundo, por mais difícil que possa ser, ao lado do meu filho e da minha família. Nada pode ser mais prazeroso e gratificante do que o tempo dedicado a ele (s).

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Marcos Garrido é Urbanista, tem 50 anos de idade, casado com Josy há 14 anos e pai de Júlia de 05 anos.

Fernando G. Andrade é profissional da área de Logística, tem 45 anos, é meu marido há 6 ❤ e pai de nosso Daniel, de 2 anos e 10 meses.

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1 – MACPHERSON, Erin. Guia Definitivo da Mãe Cristã 3: Tudo o que você precisa saber sobre a idade das descobertas / Erin MacPherson; tradução Markus Hediger. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2014, pg 173 e 174.