Sem categoria

Pré – escola parte II

Olá, mamães!

Continuando a saga da iniciação escolar de nossos filhos, o assunto hoje é saúde. Todo mundo fala que é normal criança ficar doente na escola e que tem mais é que criar anticorpos mesmo. Bem, depende da idade da criança e do tipo de adoecimento, na minha humilde opinião de mãe. A menos que haja uma necessidade irremediável, uma situação incontornável, não vejo porque devemos expor crianças de menos de 2 anos, que ainda não se expressam bem o suficiente para nos dizer onde dói, que não têm nenhum discernimento sobre higiene, que não sabem assoar um nariz ou excretar uma secreção nasal pela boca. Entendem? Há doencinhas bobas que matam se mal tratadas. Bronquiolite é uma delas. Não vejo motivo para essa pressa desenfreada em desenvolver a criança, como se ela não se desenvolvesse naturalmente, dia após dia, no convívio do lar. Pressa em ver a criança alfabetizada, quanto antes melhor! Pressa para falar outro idioma! Pressa para aprender a tocar um instrumento! Pressa para ser hábil num esporte! Considero todas estas coisas (além de muitas outras que não se encontram nas escolas) essenciais ao bom desenvolvimento, porém, minha ressalva diz respeito à urgência! Sejamos francas: à clara competição entre mães. “Meu filho já lê”, “Meu filho escreve em inglês” e “O meu toca piano”. Tudo tem seu tempo. Acho que se todas essas coisas forem inseridas paulatinamente e sem nenhum tipo de pressão, serão de muito melhor proveito para a criança e para a família.

Portanto, aproveitemos bem o tempo que temos com nossos pequenos em casa, lhes ensinando princípios, noções básicas sobre tudo, incutindo os conhecimentos que servirão de base para toda a vida. Até porque, como me disseram outro dia, a escola é um caminho sem volta. Uma vez que eles começam a trilhar, é daí pra frente e pra cima. É o começo do nascer das asas para um dia alçarem o vôo para fora do ninho. Cliché, não? Mas não é verdade?!

Então, que possamos aproveitar ao máximo o momento do aconchego do lar junto com nossos pequenos, dando carinho, colo, dengo, chamego, atenção, tudo o que vai continuar existindo após a escola mas, teremos menos tempo. Agora eles são todinhos nossos rsrs. Acha que estou com bobagens? Espere só até ver seu filho falando o nome da pró umas trinta vezes por dia kkk! E exaltando tudo o que ela ensina a ele, como de você nunca tivesse ensinado nada hahaha! !

Conte-me depois!

Beijos, meninas!

Anúncios
Mãe Esposa, Sem categoria

Fazendo os ajustes necessários no casamento

Então você estava solteira e por causa disso tinha muitos problemas. A maioria de suas amigas estava casada ou namorando sério e você não tinha companhia para sair, o tempo passando e você começava a ficar preocupada se ainda conseguiria se casar. Mais que isso, você já estava se perguntando se ainda daria tempo de ter filhos! E se tentasse assistir um filme para relaxar e desviar os pensamentos o negócio só piorava, porque logo começava a beijação na tela e você, ali, sozinha no sofá! Ainda tinha que lidar com os hormônios gritando e acabava indo se afogar no chuveiro frio depois do filme.

Mas você casou! Apareceu aquele bom e velho príncipe encantado, ou nem tanto, mas serviu. E seus problemas acabaram! Só que não… Na verdade, você não quer admitir mas até já chegou a sentir falta daqueles dias de tranquila solidão.

O relato imaginário acima descreve apenas um dos cenários em que alguém pode ser levado ao altar esperando encontrar um mundo perfeito e livre de problemas. Contudo, relações humanas são algo complexo e a relação conjugal talvez seja a mais complexa de todas. Já era de se esperar por turbulências no trajeto…!

Há pouco tempo, ganhei de presente uma Bíblia de Estudos muito especial e, um belo dia, me deparei com o maravilhoso texto que agora compartilho com vocês, para conforto e direção:

Ajustando-se um ao outro¹

No casamento, Deus une duas pessoas de criações, gostos e visões diferentes – e isso significa problemas de ajuste. Tenho certeza de que você já percebeu isto! Mas você talvez não tenha notado que o segredo para fazer estes ajustes necessários em seu relacionamento é vocês dois verem um ao outro e o casamento como mais importante do que seus valores e desejos individuais. Na verdade, se você insistir em agarrar-se com unhas e dentes ao que você quer, nunca desenvolverá o tipo de relacionamento que realmente deseja.

Lembre-se de alguns desses fatos essenciais ao aprender a ajustar seu relacionamento:

  1. Reconheça que ajustes são inevitáveis – Todo casal tem que lidar com os grãos de areia no sapato. Lembre-se do que Tiago escreveu: Meus irmãos, tende gozo quando cairdes em várias tentações (Tg 1.2). Ele disse quando, e não se você se deparar com tentações. Ao começar a aceitar o fato de que você terá de fazer mudanças em seu comportamento e aprender a aceitar seu cônjuge como um presente de Deus, você estará seguindo na direção da unidade no casamento.
  2. Entenda que os ajustes têm um propósito – Deus usa problemas para unir duas pessoas diferentes em algo novo chamado nós. Ele usa os ajustes para ensinar-nos a amar outro ser humano drasticamente diferente e imperfeito. Assim, nos momentos fundamentais, Deus usará o seu casamento para mostrar-lhe como amar o que não era amado.
  3. Peça sabedoria a Deus para saber como viver com esta pessoa que é tão diferente de você – Em vez de tentar mudar seu cônjuge e corrigir todos os maus hábitos dele, aceite a situação ou ajuste a si próprio. Barbara lembra: “Tive de perceber que Deus precisou transformar Dennis. Eu não conseguiria.” E Martinho Lutero disse: “O casamento pode ser uma instituição, mas não é um reformatório!”
  4. Preocupe-se mais com seus pontos problemáticos do que com o de seu cônjuge – Jesus nos instruiu a tirar a trave de nossos olhos antes de tentarmos remover o argueiro dos olhos de outra pessoa (Mt 7.3-5). Na verdade, esse é um conselho dado (também) para o casamento. Se não estou disposto a fazer mudanças, como posso esperar que Barbara mude?
  5. Assuma o compromisso de lidar com os ajustes inevitáveis junto com seu cônjuge – O apóstolo Paulo ofereceu diretrizes para lidarmos com as discussões resultantes dos ajustes. Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo (Fp 2.3). Esta é uma declaração de um relacionamento cheio de graça – dando espaço para o cônjuge ser diferente e sendo flexível em relação ao comportamento dele.

Examine minha lista de ajuste e escolha um que você gostaria de fazer por seu cônjuge.

Eu já escolhi o meu item na lista. E você?

Beijos e até a próxima!


1-

Bíblia de Estudos Preparando casais para a Vida. Por Dennis e Barbara Rainey. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013, pg.1240.
Reflexão do Dia, Sem categoria

Relações saudáveis

Brigar, gritar, impor idéias, nem de longe significa ter um Eu forte, mas, sim, frágil. Falar o que vem à mente, dizer sempre a verdade, nem sempre é a expressão de um Eu maduro, mas, sim, de quem não tem autocontrole. Um Eu forte e maduro aquieta sua ansiedade, protege quem ama, pede desculpas sem medo, aponta primeiro o dedo para si antes de falar dos erros do outro, repensa sua história, exige menos é se doa mais, não tem a necessidade neurótica de mudar quem está a seu redor, conhece, portanto, todas as letras do alfabeto do amor inteligente.

Por Augusto Cury.

CURY, Augusto. Mulheres inteligentes, relações saudáveis: o livro que toda mulher deveria ler antes de se relacionar. São Paulo: Editora Academia de Inteligência, 2011, pág. 10.

Sem categoria

Saiba como aprender boas maneiras desde criança Em casa as crianças devem aprender a dizer:

E ponto. Sem mais palavras!

01 – Bom Dia

02 – Boa Tarde

03 – Boa Noite

04 – Por Favor

05 – Com Licença

06 – Me Desculpe

07 – Me Perdoe

08 – Muito Obrigado

09 – Grato

10 – Errei

É em casa que também se aprende:

01 – Ser honesto

02 – Ser pontual

03 – Não xingar

04 – Ser solidário

05 – Respeitar a todos: amigos, colegas, idosos, professores, autoridades

Também em casa é que se aprende:

01 – A comer de tudo

02 – A não falar de boca cheia

03 – A ter higiene pessoal

04 – A não jogar o lixo no chão

05 – Ajudar os pais nas tarefas diárias

06 – A não pegar o que não é seu

Ainda em casa é que se aprende:

01 – A ser organizado

02 – A cuidar das suas coisas

03 – Não mexer nas coisas…

Ver o post original 88 mais palavras

De Gênesis a Apocalipse, Mãe Esposa, Sem categoria

Família e responsabilidades

Olá, pessoal!

Nosso texto de hoje é um presente preparado, exclusivamente para nós, pelo pastor batista César Augusto Toselli e trata de um tema de grande importância para a saúde da família: desenvolvimento de papéis e responsabilidades.

photo

A responsabilidade na família*

 

Estamos vivendo dias em que notamos mudanças radicais em muitas áreas da vida humana. Uma das instituições que tem sido mais afetadas com essas mudanças é a família, que tem sofrido profundas alterações na sua composição, na forma de relacionamento – tanto no âmbito interno quanto no externo – e, também, nas responsabilidades, com a diminuição da sua privacidade. O que é íntimo ou privado na família moderna tem cedido espaço para o interesse público.

Temos verificado que, na família moderna, por causa de diversos fatores, os papéis dos seus integrantes não têm mais uma definição pré-estabelecida. As mulheres têm ocupado cada vez mais um papel de destaque na composição do orçamento familiar. Esposas que antes eram donas de casa exercem atividade econômica e geram renda para a manutenção familiar. Não é raro ter mulheres em posição de destaque em instituições públicas e privadas. E, em contrapartida, muitas vezes, encontramos famílias nas quais os homens têm se ocupado com as atividades do lar, para suprir a ausência de suas mulheres que estão no trabalho. Os papéis da antiga família tradicional, onde os maridos eram os provedores, têm sido radicalmente modificados e invertidos. Na Bíblia, quando Paulo orienta os líderes cristãos sobre os assuntos familiares, ele salienta a importância que os homens têm em relação aos seus lares (1 Timóteo 3:4). Portanto, essa é e sempre foi uma função do homem e não pode ser delegada única e exclusivamente à mulher. Os costumes antigos pareciam impor que as mulheres deveriam se ocupar integralmente com as responsabilidades e administração dos lares, enquanto os maridos saiam em busca do sustento e provimento da família, geralmente trabalhando fora.

O fato é que, na atualidade, cada família tem as suas necessidades, suas prioridades e dificuldades, portanto deve adotar a melhor solução dentro das suas possibilidades e capacidades. Mas o que preciso ressaltar, e não me refiro ao aspecto material das responsabilidades do homem e da mulher na família, é o papel integral que o homem exerce no seu lar. Integral no sentido muito mais amplo do que apenas ser um “provedor” ou “protetor”. A função do homem, no matrimônio, é muito mais abrangente. É ele quem deve suprir espiritualmente o lar.

Deus comissionou os homens para essa tarefa. No Éden, somente quando o homem (Adão) transgrediu a determinação de Deus é que houve a consumação da queda. O homem precisa estar à frente na área espiritual, mesmo que esteja cuidando do seu lar ou em situação de desemprego. Deve tomar todas as iniciativas nesse sentido e não se omitir ou, como em muitas ocasiões, deixar sob a responsabilidade da esposa esse importante ministério. Em muitas famílias as mulheres têm tentado suprir a inércia dos maridos nesse mister e, não raro, conseguem excelentes resultados, mas essa não é a orientação e a visão de Deus para a família. Quando o homem assume efetivamente a sua responsabilidade, tudo se transforma e a família começa a prosperar com força total em todas as áreas, pois está agindo de acordo com o que foi estabelecido pelo Senhor.

Portanto, e talvez seja por isso que a família está sendo afetada, o homem não deva “delegar” suas responsabilidades para a mulher ou para qualquer outro familiar. Se algo não vai bem é ele quem deve tomar prontamente a iniciativa de se dirigir ao Senhor para buscar orientação e, acima de tudo, estar pronto para agir. Quantas mulheres se vêem obrigadas a levar um pesado fardo nas costas, resolvendo sozinhas os problemas enfrentados pelos filhos, passam a ser as principais conselheiras deles em todas as áreas e os maridos mantêm uma atitude passiva, para não dizer omissa. Outro dia, presenciei uma briga envolvendo um casal: o marido estava no bar, bebendo e se divertindo com os amigos durante a madrugada enquanto sua esposa cuidava sozinha do filho pequeno, em casa. Ela entrou em desespero e foi buscá-lo no bar, levando a criança junto!

Existem pais que se omitem, ou fingem que não estão vendo, quando os filhos passam a se relacionar com pessoas desconhecidas, mudam seus hábitos e deixam de dar satisfação e respeito. A Bíblia ensina que os filhos entregues à sua própria vontade estão muito propensos a fazerem besteiras!

Penso que a maior causa da desestruturação dos lares, com todas as consequências que isso pode trazer (filhos envolvidos com drogas e crime, gravidez precoce, esposas e filhos deprimidos e outras mazelas dos dias atuais) é a omissão do homem no cuidado para com a sua família. Lembro da presença do meu pai na minha vida. Teve um período em que ele esteve desempregado e ele se dedicou a me ajudar nas atividades da escola. Resultado: Me tornei um dos melhores alunos da sala! Depois que ele voltou ao trabalho recuei paulatinamente ao meu patamar de aluno mediano. Esse é um pequeno exemplo acerca da influência e importância do pai na vida de um filho.

Em muitos lares, encontramos o famigerado costume de ter tempo de qualidade com a família. Sempre falo que não gosto desse conceito “tempo de qualidade”. Nessas famílias, um dos pais ou ambos, que sempre estão distantes pelos mais variados motivos, colocam na sua mente que podem se ausentar do convívio familiar o ano inteiro, mas, nas férias, que geralmente não duram mais que uma semana, terão um tempo “de qualidade” em família! O que os filhos querem, e o cônjuge também, é a sua presença permanente, o seu contato físico, a sua atenção e carinho. E penso que isso tem faltado muito na sociedade atual. Talvez seja esse o principal motivo da mudança na composição tradicional das famílias. As mulheres e os homens não têm encontrado nos modelos tradicionais o afeto, a atenção, o carinho e amor que fazem tanta diferença num relacionamento e que são o motivo fundamental da sua existência.

Quem sabe, se voltarmos a nos preocupar mais com as pessoas e com o que sentem, possamos imprimir um novo tempo e uma nova direção nos relacionamentos e nas nossas vidas como um todo. É possível que a intensidade e a qualidade dos relacionamentos se tornem mais presentes nas famílias, independentemente do seu padrão social ou cultural. Se Deus estabeleceu as coisas como o fez é porque existe algum motivo que talvez ainda não consigamos entender mas, na prática, se o adotarmos, teremos sucesso e felicidades, principalmente na área dos relacionamentos.

Muitas pessoas reclamam hoje da distanciação entre as pessoas, mesmo os familiares, gerada pelo advento da tecnologia. Pais e filhos num mesmo ambiente, sem interação, cada um focado no seu celular, computador ou em algum programa na TV, sem conversarem uns com os outros por longos períodos. Essa é outra coisa que pode e deve ser remediada com a ação. Sim, pois, a partir do momento em que um filho recebe atenção dos seus pais e irmãos, ele automaticamente passa a interagir com eles e vice-versa. Quem já não presenciou uma cena em que um pai chama um filho para jogar bola ou ir para o parque com ele se divertir em alguma atividade? Dificilmente a criança recusa.

Não se deve esperar os filhos crescerem para nos darmos conta da importância da companhia deles. Nessa etapa, talvez o convite para passear e se divertirem juntos ficará mais difícil. Se esse hábito vem desde a infância, com certeza ele se manterá e serão sempre momentos preciosos e inesquecíveis na vida dos pais e dos filhos. É o que falta nos dias de hoje. Os pais estão cansados (com motivo, pois chegam do trabalho exaustos muitas vezes), as crianças com muitas tarefas ou nenhuma tarefa, indiferentes ao que acontece na sua casa porque não interagem e não recebem nenhum estímulo. Devemos quebrar esse círculo vicioso e estabelecer uma nova forma de participação familiar, voltada principalmente para a convivência forte e viva que sempre será possível numa família. Aliás, é para isso que ela foi criada!

Talvez esse seja o principal desafio dos tempos modernos. Quando as famílias, as células principais da sociedade, são sadias, toda a coletividade é saudável e, infelizmente, o inverso também é verdadeiro. Onde as famílias são disfuncionais, ou sejam, não vão bem, certamente os problemas tendem a extrapolar os seus limites e saírem para gerar conflitos sociais, daí a mudança de enfoque quanto à questão da privacidade, que sai da esfera íntima para ser alvo de interesse público. O pensamento dominante é que se aquele pai ou aquela mãe não estão cuidando bem dos seus filhos, eles possivelmente se tornarão focos de problemas sociais no futuro.

Sempre é tempo de mudar e de melhorar. É difícil chegar cansado do trabalho ou, no final de uma semana exaustiva, tomar a iniciativa de sair para jogar bola ou fazer qualquer outra atividade que seja agradável aos nossos filhos e familiares. Todavia certamente esse esforço valerá a pena quando, no futuro, olharmos para os nossos queridos e constatarmos que têm uma vida plena e feliz.

Portanto, podemos fazer algo na nossa própria família ao adotarmos comportamentos que tragam dignidade e sentimento aos seus integrantes. Dialogando, vivenciando com eles os seus sucessos e reveses, prestando atenção quando tiverem necessidade de falar, advertindo quando necessário, ou seja, fazendo parte efetiva da vida deles. Cabe a cada um de nós escolher quais os métodos a serem postos em prática e isso é uma atividade constante e individual na vida familiar. Nunca termina e, uma vez iniciada, se torna uma aventura gratificante: a aventura da vida! Vale a pena experimentá-la com muita intensidade.

* César Augusto Toselli é pastor auxiliar na Igreja Batista Unida do Brás, em São Paulo, e advogado.