Mãe Esposa, Parada Literária, Reflexão do Dia

Compreendendo as relações e agindo com inteligência

Em uma relação doente, frequentemente não há um santo e um carrasco. A vítima alimenta o predador. (…) Diferenças de personalidade não são motivo para confrontos, podem até dar sabor à relação, a não ser que se perca a admiração. Você só terá problemas com as diferenças de seu cônjuge se não for capaz de aceitá-las ou, no mínimo, respeitá-las. É possível viver bem com pessoas muito diferentes de nós? Sim! É só não querer que o outro seja a sua imagem e semelhança. (…)

Um dos testes de uma mulher inteligente não é apoiar quem acertou ou aplaudir quem brilhou, mas dar o ombro para quem falhou. Você apoia quem falha? Ou denúncia os erros dele?

Dentre todas as chagas de uma relação, nada é tão grave como perder a admiração pelo outro, e nada é mais perturbador do que ofendê-lo diante dos outros. Um casal inteligente e saudável deveria sempre corrigir um ao outro em particular e se elogiar em público, e nunca o contrário. (…)

Alguns atiram pedras com palavras, outros com sua indiferença. Mas uma mulher madura não diz: “Ele precisa mudar para eu melhorar”; e sim: “Eu preciso melhorar para ele mudar”. Traz a responsabilidade para si. E você, é capaz de trazer a responsabilidade para si? Talvez você não sinta a necessidade, mas quem de fato não precisa? Quem não tem rotas para corrigir? (…)

Não estou propondo que você conserte o passado, mas reedite o presente, reconstrua o futuro.

Leia mais sobre este assunto:

Fazendo os ajustes necessários no casamento

Reflexão de uma mãe amiga sobre a importância da unidade familiar

Mãe esposa

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CURY, Augusto. Mulheres inteligentes, relações saudáveis. São Paulo: Editora Academia de Inteligência, 2011, 4a edição, pgs 68-71.

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Mãe Esposa, Papos Diversos, Reflexão do Dia

Reflexão de uma mãe amiga sobre a importância da unidade familiar

Hoje vou publicar o texto de uma amiga. É uma pequena reflexão mas muito coerente e reflete um insight de sensibilidade. Achei pertinente colocar aqui, na esperança de que este texto possa ser – mais que apenas um post – quem sabe, uma resposta para algumas.

Bjos a todas e segue o texto:

Outro dia estava assistindo uma série escolhida aleatoriamente na netflix, o pai sumiu de casa do “nada” depois de um jantar em família, após ouvir que a esposa havia conseguido um emprego. Ele estava desempregado. Sua esposa buscava reposta do pq dele ter abandonado a família e seus dois filhos pequenos, aparentemente com 4 e 6 anos. E de tanto as crianças perguntarem pelo pai e por ela estar cansada de dizer que ele estava viajando, ela sentou as crianças no colo e contou que o pai tinha ido embora, mas que ela estava ali com eles. Chorei muito assistindo aquela cena, e estou chorando agora também… Naquele momento, saí da posição de mãe e entrei na posição de filho… imaginei o quanto estava sendo difícil para as crianças receber tal notícia e me pus a refletir. Sou casada, tenho um filho saudável que desejamos e pedimos a Deus e louvo a Deus. Às vezes, usamos a frase “vamos nos separar” como se fosse a coisa mais natural do mundo ( e eu sei que a sociedade vê assim). Não me refiro a relacionamento abusivo, com violências, mas a relacionamentos com desentendimentos comuns entre duas pessoas que têm valores, pais e tiveram infância diferente. Poxa, as vezes dói a falta de apoio, de reconhecimento… mas pensemos o quanto nossos pequenos serão abalados e como isso influenciará toda a sua vida. Hoje eu ofereço essa reflexão, ofereço um abraço amigo, ofereço uma palavra amiga de que vai dar tudo certo, e é possível ser uma família feliz, sim!

Sobre o tema leia também Fazendo os ajustes necessários no casamento.