Geral, Mãe Esposa, Papos Diversos

Fase pré-escolar: uma nova etapa

Olá, meninas!

Quanto tempo, hein! Nas últimas semanas estive totalmente envolvida em uma mudança de vida: a iniciação da pré-escola! Sim, no meio do ano! É que meu plano C era colocar Daniel na escola aos 4 anos. O plano B era aos 5. E o plano A era não colocar, alfabetizar em casa. Mas como dá para notar, muita água rolou do início até aqui e tivemos que desistir da educação domiciliar. Não vou entrar nos detalhes sobre isso neste momento (talvez, em outro post), mas quero contar sobre a experiência da iniciação da vida escolar.

Vou fazer apenas um parêntese antes de adentrar o assunto propriamente para falar sobre a importância da escolha da instituição de ensino. Principalmente para aquelas que também têm o desejo de praticar o homeschooling mas não terão condições, por mil motivos, assim como eu. A decisão de desistir do homeschooling foi um parto e, a escolha da escola, outro. O que pesou definitivamente foram os princípios declarados da instituição pela qual nos decidimos. São os nossos princípios como família cristã. Havia outras escolas com propostas educacionais igualmente ou até mais interessantes, porém, não nos identificamos com elas. Acreditamos que a proposta pedagógica não é tudo e nem mesmo o mais importante, visto que nossos filhos aprenderão nas escolas muito mais do que o conteúdo pedagógico estruturado. Por isso, entendemos como fundamental o alinhamento dos princípios, pois, deles depende tudo o que será internalizado pelas crianças “nas entrelinhas” das atividades pedagógicas propriamente ditas.

Dito isto, passemos à parte prática da experiência. E são boas notícias, mamães. Deixar o filho pequeno na escola pela primeira vez, tudo bem, é sim outro parto (já são três só nesse post!), mas a gente sobrevive, assim como ao primeiro. Como já disse em outras ocasiões, cada pessoa tem sua própria experiência com situações idênticas. Natural. O que podemos esperar para todas é que tudo passa. A dificuldade inicial da criança (quando há); a dor da mãe, porque o filho ficou mal ou porque o filho ficou bem – quem é mãe entende -; a agitação do início de uma nova rotina; os medos; a ansiedade, tudo vai passar e a vida seguirá seu curso normal.

Passando essa fase vem a parte reconfortante:

1. Você terá um turno livre! Ah, não se culpe e nem se sinta uma monstra por isso. Sim, depois de muitos meses você voltará a ter um tempinho pra você, sem o peso na consciência por estar explorando a bondade de alguém que ficou com seu filho enquanto você saía. Diga-se de passagem, calculando por mim e por algumas mães que conheço, essa saída costumava variar entre médicos e bancos. Agora não! Você pode até sentar na grama da praça e dar comida a pombo (não recomendo)! Seu filhotinho está na escola, cuidado por professoras que podem e querem fazer isso. E você está aí, que nem cachorro preso que quando se solta não sabe o que faz primeiro kkk! Pois aproveite bem e sem culpa. Pode ser difícil no começo, você se sente estranha, demora até cair a ficha de que você pode mesmo fazer aquilo. Mas você vai conseguir e vale muito a pena. Inclusive para seu filho que terá uma mãe mais normal. Portanto, fica a dica de quem está no olho da experiência rs!

2. Vai ser muito legal ver ele chegando a cada dia com uma novidade diferente, um novo aprendizado, uma aptidão nova, mais desenvolvido em alguma área. Bem, você só não pode ficar ressentida de que seu filho aprendeu algo com alguém que não você. No começo isso também pode ser difícil mas, se não houver alternativa, veja pelo lado bom, afinal, é legal ver eles se desenvolvendo.

3. Dá pra renovar o namoro nesse período, com um pouco de criatividade e boa vontade. Sei que todo mundo trabalha, tem patrão, bate ponto etc. Lembre-se: criatividade e boa vontade. É por uma causa justíssima! Lembra do “mãe esposa“? Pois é, a luta continua!

Por hora é só mas com certeza teremos mais da saga “A pré- escola”.

Aguardem…

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