De Gênesis a Apocalipse, Mãe Esposa

Orando por seu marido – Parte III: o mundo espiritual por trás das cortinas

Existe um reino espiritual, um “mundo paralelo” que nós não visualizamos, onde as coisas se desenrolam e, sem pedir licença, estendem seus efeitos sobre a vida que nós vemos e sentimos. No palco principal está a vida como a vivemos e onde percebemos o desdobramento das coisas. Por trás das cortinas, contudo, estão acontecendo coisas que têm efeito direto no que ocorre no “palco”. É o mundo espiritual. Não pense nem por um minuto que quando você convida seu marido para orar – ou, mesmo quando fica esperando por esta iniciativa da parte dele e nada acontece – é apenas a falta de vontade dele, preguiça, desinteresse ou falta de responsabilidade que estão em jogo. Na mesma hora, está se desenrolando uma verdadeira batalha naquele mundo paralelo, logo ali, atrás das cortinas, fazendo pressão sobre ele, com o único objetivo de impedir que ele faça o que tem que fazer.

Acredito que exista algo além de um conjuntura social negativa impedindo que homens de fé assumam seus postos de liderança e encarem suas responsabilidades na família. Se a esfera espiritual existe, por trás das cortinas, não é apenas o que ocorre diante de nossos olhos, no palco, que pode ser considerado como causador disso ou daquilo.

E onde nós, mulheres, entramos nessa história? Afinal de contas, esta é a batalha espiritual dos homens e nós já temos as nossas próprias. Já carregamos nossas responsabilidades e preocupações. Já enfrentamos cobranças de toda sorte, principalmente as autocobranças. Não, não é nada fácil mesmo pegar no arado junto com o marido. Na verdade, o que a maioria de nós deseja, seja uma crente bíblica ou não, é ser amparada pela fortaleza  do parceiro ao seu lado. Acredito, de prosear aqui, ler ali e observar acolá, que poucas mulheres desejam realmente dominar os homens ao seu lado e ocupar os seu lugares, demonstrando possuir maior força do que eles. Algumas há que o fazem “com louvor”, mas me parecem fazê-lo muito mais por ressentimento, vingança e revolta diante da falta de opção – e não por prazer. Se sentem orgulho nisso, em dizer: “Sou mais eu!”, é um orgulho meio às avesas, arrogante e magoado. Não exatamente regozijado com seu feito. Vejam, o mundo é imenso. Há todo tipo de pensamento em voga. Estas são observações pontuais, não uma nova teoria em desenvolvimento. Mesmo assim, acho que vale a pena a auto análise para quem se deu o trabalho de ler até aqui.

Antes de casar, fiz uma lista de características desejáveis num homem e apresentei a Deus em oração. Uma delas, era que o meu futuro marido me levasse mais perto de Deus. Essa sentença não é tão simples assim e tem muitas implicações mesmo. Quer dizer, por exemplo, que eu esperava um sacerdote típico no lar, alguém me exortasse e corrigisse 24 horas por dia. Que me cobrasse leitura de Bíblia e vida de oração, me ajudasse a vigiar minhas condutas e me alertasse ao menor sinal de pecado. Provavelmente eu sou a única por aqui que deseja isso, certo…?

Daí, como fica minha mente quando a palavra “ajudadora” deixa de ser um conceito abstrato, no máximo um adjetivo bonitinho para as esposas, e se desdobra diante de mim em definições, tarefas e responsabilidades? Até que a poeira assente a gente demora a se encaixar na definição. Briga pra não se enquadrar e fica por aí de birra com Deus perguntando: “Aí, Senhor, cadê o varão que o senhor preparou pra mim? É esse aí?! Assim?! Sou mais eu!”

Mas o quebra-cabeças de Deus se encaixa de forma perfeita e inequívoca. Se ele tivesse feito o homem para ser super nós não seríamos ajudadoras. E uma coisa é fato: queixas não produzem mudanças. Assim, podemos “optar” (como se houvesse alguma outra saída inteligente) por assumir nossos postos e servirmos de de atalaia, sobre a vida de nossos maridos, não para vigiar seus passos ou apontar suas falhas, mas para oferecer o necessário suporte em oração, sem o qual, talvez, eles não tenham muitas chances de vencer.

Quem tá nessa luta passa a mensagem adiante! Mulher fala demais, mas nem sempre fala o que edifica. Se você se sentiu edificada, edifique outra e vamos usar nosso inigualável dom de comunicação para produzir mais que reclamações: vamos produzir mudanças!

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Orando por seu marido – Parte II: como orar?

Olá mamães esposas!

Vamos partir para a prática hoje, que tal? Não, nem pense que terei a soberba pretensão de lhe ensinar a orar. Acontece que, muitas vezes, as orações de outras pessoas me deram idéias, direções. Óbvio que você sabe que a oração é uma coisa singular, assim como essa minha conversa com você (guardadas as devidas proporções). Ninguém pode dizer a você nem a mim de que forma conversar com outra pessoa. Muito menos com Deus. Portanto, as linhas que seguem são apenas sugestões. Você pode utilizar na íntegra, modificar ou, simplesmente, ter uma nova idéia.

Vamos falar de oração nua e crua, tanto quanto possível. Nada de petições genéricas com ares de piedade que fazem a gente ficar bonitinha na fita. Vamos orar de verdade por aquilo que são nossas reais preocupações com nossos maridos. Talvez alguns homens que cheguem a ler este post se sintam um pouco desconcertados com alguns de nossos pedidos. Como eu disse, vamos fazer de conta que estamos no esconderijo do nosso quarto, a sós com o Pai, e por a nu tudo o que nos perturba. Rasgar o coração com o Único que pode trazer soluções.

  • Que ele seja forte e corajoso para assumir o papel de liderança em seu lar.
  • Que ele seja fortalecido em Cristo e vença a oposição espiritual que busca impedir  a liderança dele.
  • Que ele seja bem sucedido em tudo o que fizer no trabalho.
  • Que ele tenha inteligência e perspicácia para solucionar problemas.
  • Que seus esforços no trabalho sejam reconhecidos.
  • Que ele tenha uma ambição saudável.
  • Que ele tenha boa fama.
  • Que ele abençoe a vida de todos que passarem por ele.
  • Que ele não tenha vergonha de compartilhar sua fé.
  • Que ele saiba se afastar de conversas imorais e maledicentes.
  • Que ele saiba resistir e desviar o olhar das mulheres vestidas sensualmente.
  • Que ele saiba resistir e desviar o olhar de cenas pornográficas, seja em impressos ou em vídeos.
  • Que as imagens sensuais que ele tenha visto não fiquem grudadas em sua memória produzindo pensamentos e desejos.
  • Que ele não seja vítima de calúnias e maledicências em seu local de trabalho.
  • Que ele não faça inimigos.
  • Que ele se mantenha honesto diante de possíveis propostas.
  • Que ele esteja na rua em segurança, livre de assaltos, acidentes, brigas e toda forma de violência e dano físico.

Não acabamos de criar uma lista de supermercado ou de coisas a fazer, onde cada item precisa apenas ser cumprido. São súplicas que devemos apresentar a Deus com ações de graças. Há algo de poderoso neste gesto.

Portanto, não deixe de acreditar que cada palavra sua dita em oração produzirá efeitos de paz na vida dele.

Bjos e boas orações a todas!

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Filipenses: 4. 6. Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; – Bíblia JFA Offline
De Gênesis a Apocalipse

Como falar sobre Jesus para seu filho

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele.”

Provérbios 22.6

Este deve ser um dos versículos mais citados da Bíblia.

Mas…

Como? Quando? Onde? Com que idade? Em que momentos? São perguntas óbvias mas que só nos fazemos na hora de colocar o versículo em prática. Como compartilhar sua fé com uma criança pequena? Por onde devo começar? Espero até que ele saiba falar?

Cada uma vai encontrar seu próprio caminho, de acordo com as particularidades de sua família e de sua personalidade mesmo. Sua e da criança. Mas, para quem está completamente perdida no tiroteio, um norte vai bem.

1 – Ore. Mais uma vez o óbvio mas, sei perfeitamente que em nosso afã de supermães queremos ir logo botando a mão na massa e fazendo mil coisas. Por isso, recomendo, por experiência própria, que você pare agora mesmo esta leitura e ore. Inclusive, pode ser que depois da oração você nem volte mais a ler o restante do texto. Talvez ele não seja para você e isso Deus vai lhe dizer em oração.

2 – Se você orou e voltou, a próxima dica está no Velho Testamento, livro de Deuteronômio, capítulo 6, versos de 1 a 7, especialmente o 7.  E diz respeito ao quando e ao onde. Diz assim:

E as ensinarás [estas palavras que hoje te ordeno] a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.

Fale de Jesus em todo momento comum do dia de vocês. Não precisa pausar uma atividade, pôr a criança sentada e dizer: Agora vamos falar de Jesus  (veja, pode ser que para você e seu filho isso funcione, não há problemas nisso também). Se você não tem esse estilo de fazer as coisas ou se seu filho não tem essa forma de aprendizagem, nada impede você de optar por algo descontraído. Nós, cristãos, às vezes, somos tentados a imaginar Deus como um senhor muito idoso e muito sisudo, sentado numa nuvem muito alta lá no céu e olhando pra nós de cenho franzido o tempo inteiro, vigiando, para ver se estamos fazendo todas as coisas da forma correta, e pronto a nos dar uma reprimenda. Então, ficamos um pouco obcecados com formas, métodos, padrões, tudo buscando perfeição para agradar como que a um patrão muitíssimo exigente. Não vejo Deus assim. Gosto de me imaginar sentada em Seu colo desde a hora em que acordo e ponho os pés no chão. Daí, então,  posso começar o meu dia me sentindo segura.

3 – A dica 3 decompõe um pouco da dica 2 na prática, e pode servir como sugestões para você. Certa vez, saí com meu pequeno pela rua onde moramos. Fomos dar um passeio e levei ele andando pela calçada, de mãos dadas, para que ele pudesse observar algumas coisas mais de perto. Passamos por alguns jardins e, a cada elemento da natureza novo para ele, eu lhe dizia: Olha, filho, esta flor! Não é linda? Sabe quem fez ela? Foi Jesus. Ressalto que a esta época eu já havia falado algumas vezes em casa sobre Jesus, dizendo a meu filho que Ele era nosso amigo e que nos protegia sempre. Vale ressaltar, ainda, que neste dia específico Dan ainda não falava muito. Tinha, então, por volta de dois anos. Para minha grata surpresa, várias semanas depois saímos novamente, andando pela mesma calçada e ele, já com maior domínio da linguagem, me disse: Mãe! A for! Vuvuis fei! Você entendeu, né? Agora imagina a minha cara de mãe babona 😊

Este foi um exemplo de um diálogo muito simples e espontâneo que produziu frutos. Vamos a outro?

4 – Por mais que nos cerquemos de cuidados quanto ao que nossos guris assistem (e é necessário fazê-lo!), vez por outra, aparece um monstro ou coisa parecida. E eles, normalmente, se assustam um pouco. Não demora para aquilo começar a fazer parte do imaginário infantil, provocando medo. Comecei, então, a convencer meu filho de que não existem monstros em nossa casa e de que Jesus é maior e mais forte do que todos os monstros. E que, se algum deles aparecesse, Jesus o colocaria para correr. Isso já é repertório há um tempo e tem sido usado em várias situações quando ele menciona monstros. Mas, no último fim de semana, aconteceu algo um pouco diferente. Estávamos num parquinho e apareceram dois bonecos – pessoas vestidas – fazendo propaganda de uma escola. As crianças no lugar tiveram reações diferentes. Dan, assim como alguns dos outros meninos, maiores até, teve medo. Eu já sabia porque já havíamos passado por isso quando ele era bem menor. E na ocasião ele tinha chorado bastante. Dessa vez foi diferente! Apesar de temeroso, ele se aproximou, tocou e conversou com eles. Mas até aí tudo bem. O que me chamou mesmo a atenção foi o fato de ele ter me dito que “não teve medo porque Jesus é maior e mais forte e bota os monstros todos para correr.” Maravilhoso isso, não!? Sozinho, ele aplicou o conhecimento na prática em uma situação real de temor. Mais uma vez, ensinamento devidamente infundido.

5 – Outra situação bem legal para buscar imprimir o caráter de Cristo em nossos pequenos são as disputas com coleguinhas. Quando outra criança se comporta de forma hostil – seja tomando brinquedos ou se negando a compartilhá-los ou qualquer outra dessas coisas anti-sociais que as crianças fazem até que aprendam a forma correta de se relacionar com o próximo – uma boa opção é consolar seu filho dizendo que aquela criança ainda não aprendeu as coisas que ele já sabe e que devemos perdoá-la por seu mau comportamento,  assim como Jesus nos perdoa quando nos comportamos mal também. Isso pode ser aplicado na própria relação entre pais e filhos, naquelas ocasiões em que a criança apronta e nos aborrecemos. Podemos, não obstante aplicar a disciplina devida a cada caso, estender perdão ao nosso filho e dizer isso a ele. É importante ensiná-lo a pedir perdão, também. E sempre lembrando que esta é uma atitude que deixa Jesus feliz.

6 – Abençoe seu filho em voz alta. Não o faça apenas em suas orações silenciosas por ele. Aqui em casa, abençoamos na hora de dormir e quando saímos pra trabalhar, deixando ele aos cuidados da vovó. Quando coloco ele para dormir, com a bênção e um beijo de boa noite, acrescento, ainda, votos de amor: mamãe e papai te amam, seus avós te amam e Jesus te ama! Ele se derrete!

7 – Faça orações em voz alta, por ele e por outras coisas, de modo que ele vivencie seu relacionamento com Deus. Também costumo orar por ele à noite, enquanto estou colocando para adormecer. Oro por coisas que aconteceram com ele no dia, por nossos eventuais planos para o dia seguinte, oro as mesmas orações que costumo fazer por ele quando oro sozinha, em silêncio. Assim, ele sabe que intercedo por ele e que busco ajuda de Deus em minhas próprias necessidades.

8 – Uso palavras de fé durante as minhas mais variadas conversas. O que seriam essas palavras? “Se Deus permitir”, “Graças a Deus”, “Deus é bom”, sempre faço menção a Deus, pois, isso naturalmente faz parte da minha vida. E isso é outro ponto importante sobre o compartilhar da nossa fé. Ele precisa ser real. Não podemos simular uma vida de relacionamento com Deus para convencer a criança. Da mesma maneira, se esse relacionamento, de fato, existe, não são  necessárias estratégias para demonstrá-lo. Basta viver.

9 – Por fim, algo muito prático e muito cotidiano, também, é dar graças na hora das refeições. Novamente, é a simples vivência da comunhão com Deus, da dependência dele nas mínimas coisas e da nossa gratidão por Seu cuidado.

O resumo de tudo é que a nossa fé pode ser transmitida aos nossos filhos por meio das coisas comuns do dia a dia, sem maiores formalidades. De jeito simples, como as crianças são.

Todas prontas? Mãos à obra!

Bjos e até a próxima!

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Orar por seu marido faz diferença

Será??

É interessante perceber como a oração é uma ferramenta tão eficaz e tão negligenciada por nós. Oramos pouco, oramos mal. Pedimos muito e não pensamos no que pedimos e nem por que. E, pior, ainda imaginamos que não adianta orar! Principalmente quando o ser, alvo da nossa oração, atende pelo nome de marido.

No que diz respeito a isso, oramos quando as coisas vão mal; quando acreditamos que o marido está causando muitos problemas e o casamento está por um fio. Mas, e quando tudo vai bem? E se ele é um bom homem, por assim dizer? Perfeito?! Não! Quem falou perfeito? Você leu perfeito? Ah, não, leia de novo. Eu disse bom; perfeito não. Enfim, se ele é um bom companheiro, um bom pai, amigo, presente, atencioso, amoroso, responsável… continuamos orando?

Um dia, no supermercado, vi uma senhora com uma camiseta que dizia assim: “mulheres de joelhos, casas de pé”. Creio que podemos dizer também “esposas de joelhos, maridos de pé”! Temo que nós nos acomodemos à determinação do sacerdócio do lar que pesa sobre os maridos e não assumamos a responsabilidade de sustentá-los espiritualmente na retaguarda. Podemos correr o risco de ficar esperando ser alimentadas e fortalecidas espiritualmente por eles, já que eles devem ser os sacerdotes do lar – e o são, queiram(os) ou não. Contudo, se vamos falar de papéis, recai sobre nós o de ajudadora. Mas é claro que você já ouviu isso milhões de vezes em reuniões de mulheres, não é? Então…por que não ajuda?! Talvez você olhe para ele todos os dias e pense que nada pode mudá-lo ou que, em vez disso, tudo está tão bem que não necessita da sua ajuda.

Afinal, orar pelo cônjuge surte mesmo algum efeito?

Veja o que pensa este marido ¹:

Eu não sei se poderia passar num teste para determinar quando minha esposa está orando por mim e quando ela não está. Mas eu posso dizer que faz uma enorme diferença saber que ela está orando. Isto muda o meu relacionamento com ela. Isto muda o  modo como eu vejo o mundo. Isto muda meu relacionamento com Deus.

(…)

Sabendo que meu dia está coberto por oração – quer esteja eu tendo um dia bom ou um dia ruim – modifica o modo como posso abordar o próximo dia ruim. E ele está logo ali depois da esquina.

E em meio a tudo, existe a sutil mudança em meu relacionamento com minha esposa. Através das orações específicas dela por mim e por meu mundo, nós nos unimos de formas mais íntimas. Ela não é uma expectadora passiva em minha vida. Ela está ativamente ao meu lado em todas as coisas, até nas áreas em que não está diretamente envolvida. Ela se torna uma adorada parceira em minhas lutas e um suporte em meus pontos fracos. Eu preciso disso.

Conheço um outro marido que disse, recentemente: “Me sinto mais protegido. Transformado.”, falando a respeito das orações da esposa por ele. Este foi o meu marido.

E este é apenas um lado da significância de nossa oração na vida deles. Agora, vamos para a parte onde entra em ação Aquele que escuta as orações. Abaixo, seguem relatos de esposas contando algumas de suas experiências orando por seus cônjuges e obtendo resposta de Deus:

Sim, lembro de uma vez em que ele estava muito nervoso e cansado por ter mudado o turno no trabalho. Orei a Deus para que ele se adaptasse o mais rápido possível no novo horário. Durante o dia, ele não conseguia relaxar e descansar para recuperar a noite que passou acordado. Após a oração, a resposta veio rápida: no dia seguinte, ele conversou comigo que estava gostando muito do novo horário de trabalho e percebi que já dormia bem mais tranquilo e conseguia descansar.

Tem coisas que precisamos falar com nossos maridos para compreendê-los melhor. Mas, às vezes, é necessário falarmos com Deus para que nossos maridos consigam entender o que se passa com eles mesmos.

Por Eliana Barros

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Oração respondida. 1X0.

Havia um jogo de dominó todos os dias em que ele, e também outros vizinhos,  estavam de folga. E era sempre no final da tarde para início da noite, na entrada do prédio, no play. Sempre que eu chegava do trabalho, estava ele lá, com vários vizinhos, na maior algazarra. Era motivo de aborrecimentos e, também, de constrangimento. E, consequentemente, brigas. Eu dizia: “se somos um, logo … eu não estou confortável.”

Mas, graças a Deus tudo ficou no passado. Como? Orar, orar, orar! E confiar. E descansar, que foi uma parte muito difícil.

Por Neide Márcia

neide

Oração respondida de novo. 2X0.

Ah, o que eu mais me lembro é de quando orávamos antes de casarmos, e orávamos pelo nosso casamento, mas sempre juntos. Deus abriu as portas para o casamento, e depois oramos para que ele conseguisse engajar no quartel, depois para conseguir um emprego ao sair do quartel e concursos… mas sempre era algo que estavamos juntos em oração. Lembro uma vez que pedi a Deus que, se pudesse escolher entre eu e ele ser aprovado num determinado concurso, eu queria que ele fosse, pela questão dele se sentir melhor, por ganhar mais…

Às vezes, orávamos juntos na igreja, tenho saudades disso…
Outras vezes, cada um orava em seu horário, mas com os mesmos propósitos.

Por M.F.G.

Todas as orações respondidas. 100X0.

Perceba que são três relatos bem diferentes. Cada um deles tem sua própria característica, seu foco; nunca é a mesma coisa nem são os mesmos problemas. O que há de comum a todos é a resposta de Deus ao clamor de esposas atentas às necessidades de seus maridos e do casamento. Com isto sempre podemos contar!

Bjos a todas e boas orações!

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1 – LIPI, Kathi. Praying God’s word for your husband. Edição e-book, 2012.

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Orando por seu marido

Orar pelo marido, como por qualquer outra coisa, requer persistência. Tá bom, talvez, nesse caso requeira um pouco mais. E, no caso de alguns maridos, muito mais! Mas, tenho certeza que se dissesse aqui: “Ok, meninas, agora vamos curvar nossa cabeça e orar pelos nossos esposos”, a maioria de vocês esperaria erguer os olhos já vê-lo totalmente transformado. E Deus pode fazer isso, sim! Lembro-me da oração expressa de Neemias, ali mesmo, diante do rei da Babilônia. E Deus agiu ali, no ato.  Mas, e se não for assim com você? O que fará? “Bem, já que orar não está funcionando vou fazer do meu jeito.” O problema com a gente é que queremos fazer as coisas num modo híbrido, mesclando o jeito de Deus com o nosso. Oramos e, se a resposta não vem a galope, partimos pro ataque.

Mas não é assim que Deus nos orienta sobre a oração. Existe um modo certo, uma regra de ouro. Chama-se perseverança. Ele diz para sermos perseverantes, o que significa orar, e orar, e continuar orando, e perseverar em orar, e continuar perseverando,  até que o céus se abram sobre nós. E isso acontece!

E nem vou tomar seu tempo aqui com a velha conversa (verdadeira) de que você deve esperar o tempo e o modo de Deus, porque tenho certeza que você já sabe disso. Este post é apenas um lembrete pra você que está orando: continue. Não pare de orar. Ore e continue orando. E esqueça o prazo. Ignore o tempo. Quando ficar muito difícil,  ore por você tamém. Apenas obedeça a regra de Deus. Persevere. Este é o modo dele fazer as coisas. Não adote um modo de ação híbrido. Não funciona mesmo. Prefira seguir o manual do fabricante. Foi Ele quem inventou a oração, portanto, sabe a melhor forma de usá-la.

Força para todas nós!

Bjos!

Colossenses: 4. 2. Perseverai na oração, velando nela com ações de graças, – Bíblia JFA Offline
Romanos: 12. 12. alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração; – Bíblia JFA Offline
Neemias 2